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   Nesta seção o Spani Atacadista trás para você varejista textos com artigos e dicas sobre diversos temas que o auxiliarão em seus negócios. Esses textos são depoimentos de especialistas, consultores e outros varejistas que selecionamos de veículos e sites especializados.

 
  Junho/2008 - Mantega: inflação deve desacelerar a partir de outubro
  Diário Catarinense
 
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, admitiu nesta segunda, durante exposição na reunião ministerial, que a inflação deve desacelerar somente a partir do quarto trimestre deste ano. Baseado em dados do mercado financeiro e do Banco Central, o ministro comentou que a inflação deve se manter acelerada até o terceiro trimestre deste ano, "impulsionada pela alta das matérias-primas (commodities) e pela demanda doméstica aquecida".

Segundo ele, a desaceleração da inflação poderá ser observada a partir do segundo semestre de 2008, devido à retração na demanda por alimentos e até mesmo diante da possibilidade de perda de poder aquisitivo da população de baixa renda. Segundo os dados divulgados por Mantega, entre abril de 2007 e abril de 2008, a inflação acumulada em 12 meses acelerou de 3% para 5,04%, sendo que a inflação de alimentos acelerou de 4,63% para 12,62% e a inflação dos demais itens passou de 2,56% para 3,03%.

Nos últimos 12 meses até abril, a inflação de 5,04% foi formada pela alta dos alimentos que contribuíram com 2,69 ponto porcentual desse total.

Crescimento do PIB deve perder força

A economia brasileira não deve repetir este ano o crescimento de 5,4% observado no ano passado. Segundo dados do mercado, a economia deve crescer 4,7% este ano, contra os 5,4% do ano passado. A demanda doméstica deve passar de 6,9% para 7% ao final deste ano.
 

 

  Maio/2008 - Alimentos mais caros
  O Dia Online
 
Rio - Mesmo com uma supersafra, a alta nos preços dos alimentos fará com que o mundo tenha que importar mais de US$ 1 trilhão em alimentos ao longo deste ano. O alerta é da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO). De acordo com relatório divulgado ontem, os preços dos alimentos não vão sofrer queda substancial, uma vez que um novo patamar já foi estabelecido.

Na avaliação da FAO, o Brasil deve ganhar mercados em vários setores e se beneficiar da alta de preços, como na venda de carnes e de milho. No entanto, também deverá enfrentar problemas, principalmente no que se refere a trigo e arroz.

O relatório destaca que o novo patamar de preços deverá ser mantido mesmo diante de projeção de produção recorde de alguns itens, como os cereais. Acrescenta que, desde fevereiro, os preços médios têm se estabilizado em alguns setores. Mas haviam aumentado mais de 50% nos quatro meses anteriores — e as projeções são de que a pressão inflacionária pode permanecer pelos próximos 10 anos.

Segundo a FAO, a supersafra de 2008 será registrada em vários setores. Os americanos terão a maior produção de trigo desde 1998, com avanço de 16%. A União Européia terá safra 13% maior.

A produção de arroz deve crescer em 2,3%. Ao contrário de 2007, haverá mais produção do que consumo de arroz, base da alimentação de metade da humanidade. Mas, diante das barreiras às exportações em vários países, a previsão é que não haverá arroz suficiente no mercado internacional para derrubar a cotação, que teve alta de 71% nos primeiros quatro meses do ano.

Para a FAO, a situação é muito preocupante. Os países mais pobres terão de pagar US$ 169 bilhões neste ano para se alimentar, 40% mais que em 2007. A agência aponta como solução maior ajuda da comunidade internacional a essas nações. O pior, adverte, é que essa alta não significa que os países pobres vão comprar mais alimentos. Alguns estão até cortando importações.

Agência teme o aumento da fome mundial

O relatório da FAO aponta que o mundo deverá gastar US$ 215 bilhões a mais neste ano que a conta da alimentação em 2007, alta de 26%. Grande parte será para pagar pelo arroz, trigo e óleos vegetais.
Os três setores atingiram níveis recordes de preço. Só o arroz aumentou em 77% desde o fim do ano passado, mesmo com a projeção de uma produção recorde. O trigo ficou 60% mais caro.

Os motivos são variados, incluindo a explosão nos preços dos fertilizantes, custo do frete que duplicou em alguns casos e especulação. Esses fatores explicariam ainda a alta de 30% nos preços do açúcar. Para a FAO, o cenário deve levar a um aumento da fome no mundo.

“Alimentos não são mais baratos como foram”, afirmou o diretor-assistente da FAO, Hafez Ghanem. Hoje, são 854 milhões de famintos no mundo, mas o número deve aumentar. Para a ONU, a crise é a pior em mais de meio século. A agência indica que uma safra apenas não será suficiente e pede que investimentos sejam feitos na agricultura, principalmente nos países emergentes.
 

 

  Maio/2008 - Redução na nota fiscal
  O Dia Online
 
O preço da farinha de trigo cairá em até 9% para os consumidores, a partir do mês que vem. A redução será conseqüência da suspensão de impostos pagos pela indústria à União na cadeia de produção. “O governo tem nosso compromisso de que vamos repassar aos consumidores todo o benefício da renúncia tributária, o que poderá ser comprovado na nota fiscal”, afirma o diretor-presidente do Moinho Pacífico, Lawrence Pih.

Dono da maior indústria de trigo do País, Pih negociou diretamente com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, as medidas pedidas pelo setor para segurar a alta dos custos com a importação do cereal.

Segundo o executivo, a redução de 9% nos preços da farinha leva em conta os preços atuais do grão e dos fretes. “Se os preços do cereal e dos fretes caírem, a redução poderá ser maior”, diz.

Na quarta-feira, o governo anunciou a retirada do PIS-Cofins de 9,25% sobre o trigo e a suspensão temporária da taxa de 25% sobre o frete destinado à renovação da Marinha Mercante.

Como o trigo em grão representa 75% dos custos dos moinhos — energia, embalagem, enzimas e o ferro adicionado à farinha seguem recolhendo PIS-Cofins —, a suspensão do imposto vai facilitar a redução de preços.

Além de abrir mão de impostos, o governo autorizou importação de até 2 milhões de toneladas de trigo sem a Tarifa Externa Comum (TEC), de 10%. Para contar com o benefício tributário, o moinho vai precisar internalizar o trigo (trazer para o País) até 31 de agosto.

Consumidor aprova idéia, mas desconfia

Apesar de o governo esperar uma redução de 10% no preço da farinha e do pão francês, os consumidores ainda se mostram desconfiados com relação à previsão depois das seguidas altas.

Para a professora Claudia Monteiro, 49 anos, o governo deve acompanhar por um longo período o repasse dos benefícios da produção às prateleiras. “Muitos produtores começam repassando o desconto para o consumidor, mas quando a poeira abaixa sobem o preço de novo e lucram sozinhos. É preciso fiscalizá-los sempre”, afirma Claudia.

Segundo a cantora Helena Santos, 40 anos, a iniciativa do governo é importante, mas chegou com atraso: “O valor do pão aumentou demais. A situação está ficando complicada. Antes comprava 20 pães, hoje compro oito. Será que amanhã vou ter que comprar apenas um? Iniciativas para reduzir o preço dos alimentos são fundamentais. Se isso acontecer vou achar maravilhoso".

O contador Luiz Carlos Ferreira também percebeu a alta do alimento e brinca que precisa fazer muitos cálculos para equilibrar o orçamento no fim do mês.

“O pãozinho é tradicional, comemos todo dia. O governo deve saber que medidas como essa são sempre bem-vindas. Caso contrário, a única coisa que o consumidor pode fazer é pesquisar um preço mais em conta”.

Governo exige repasse rápido

O secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Bernard Appy, afirmou ontem que, se a redução de impostos sobre trigo, farinha de trigo e pão não chegar aos consumidores, o benefício fiscal não será prorrogado. O governo espera que os preços caiam em torno de 10%. De acordo com as medidas, a cadeia do trigo, incluindo o pão francês, não pagará PIS e Cofins até o fim do ano.

“Se a sensação for de que não houve repasse, o benefício não será prorrogado”, disse Appy, antes de participar de seminário do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES) sobre reforma tributária. “Isso vai ser avaliado e um dos pontos que mais será levado em conta é o repasse da desoneração”, destacou. Segundo ele, a expectativa é que as desonerações provoquem quedas de 9% a 10% nos preços do pão.

Segundo o secretário, o corte de tributos na cadeia do trigo vai na direção da desoneração da cesta básica, prevista na reforma tributária. Appy espera que a reforma seja aprovada na Câmara até o fim do trimestre. Ele destacou que a previsão do governo, com base na proposta que está no Congresso, é de que, criado o Imposto sobre o Valor Adicionado (IVA) federal, o óleo de soja e o açúcar também sejam desonerados. Appy afirmou que a medida anunciada ontem é “plenamente compatível com a solidez fiscal” e ajuda a amenizar preço do trigo dos derivados.
 

 

  Abril/2008 - Preços no varejo paulistano sobem 0,03% em março
  O Globo Online
 
ECONOMIA - O Índice de Preços no Varejo (IPV), calculado pela Federação do Comércio do Estado de São Paulo (Fecomércio) registrou em março elevação de 0,03% na comparação com fevereiro. No acumulado do primeiro trimestre, o avanço é de 0,24%. O IPV coleta dados junto a cerca de 2 mil estabelecimentos comerciais no município de São Paulo, contemplando 21 segmentos varejistas e 450 subitens pesquisados.

A pesquisa conta com uma amostra mensal de aproximadamente 105 mil tomadas de preços. O desempenho dos segmentos de Padarias, Feiras, Drogarias e Perfumarias e Materiais de Construção contribuíram para a alta, enquanto Supermercados, Eletroeletrônicos, Açougues e Veículos colaboraram para que o índice se mantivesse em patamares menores. A principal pressão em março foi no grupo de Padarias, que elevou 1,70%, a maior desde julho de 2007, quando o índice apontou 3,28%.

No ano, acumula alta de 3,01%, devido aos problemas de safra ocorridos na Argentina, que é o principal fornecedor de trigo ao Brasil. Além disso, a elevada demanda mundial por grãos também colabora para que os preços continuem pressionados. As altas mais relevantes foram em Panificados (4,02%), Bebidas (1,05%), Frios e Laticínios (0,31%) e Doces (0,02%). Já a atividade de Feiras apresentou em março, alta de 2% em relação ao mês anterior e acumula em 2008, crescimento de 1,84%. As principais variações foram: Legumes (8,42%), Ovos (7,41%), Tubérculos (1,23%), Frutas (1,14%) e Flores (0,49%).

O setor de Drogarias e Perfumarias apontou incremento de 0,70% em março e no acumulado do ano elevação de 1,56%. Os preços dos medicamentos estão em um processo de realinhamento, devido as quedas persistentes de 2007.

Além disso, as vendas dos produtos de higiene e beleza estão aquecidas por conta da maior renda da população. O subgrupo de Medicamentos elevou 0,46% e Perfumarias 1,77%. O aquecimento do mercado imobiliário, que aquece as vendas e pressionam os preços, fez com que a atividade de Materiais de Construção apresentasse em março, alta de 1,18%. No trimestre o incremento foi de 2,36%.

Já a atividade de Vestuário, Tecidos e Calçados, com alta de 0,13% apresenta um comportamento usual de um realinhamento de preços em virtude da troca da coleção primavera-verão pela de outono-inverno. No acumulado do ano, o setor acumula queda de 0,78%. As principais variações foram: Artigos de cama, mesa e banho (0,56%), Roupa infantil (0,55%), Roupa feminina (0,16%) e Calçados e Acessórios de vestuário (0,07%).
 

 

  Abril/2008 - Customização e heróis viram armas na guerra do sabão
  Valor Econômico
 
O mercado de sabão em pó é um dos mais disputados do país. Movimenta acima de R$ 3 bilhões ao ano e só em 2007, quando houve crescimento de 3% em volume, foram vendidas 650 mil toneladas do produto ou 650 milhões de caixas de um quilo. Cada um dos consumidores que levou para casa uma dessas embalagens foi ferozmente disputado pelas quatro maiores empresas do setor: Unilever, Procter & Gamble, Química Amparo e Hypermarcas. Este ano, a briga promete mais emoções: as companhias desistiram de concorrer baixando preços e apelaram para super heróis, gatinhas fofinhas, estratégias que envolvem customização e lançamentos bombásticos.

Tanto artifício não é sem motivo: as duas maiores empresas - Unilever e P&G - que controlam juntas 76% das vendas, perderam terreno no ano passado. A líder Unilever deixou de controlar 63,7% das vendas (em volume) e 69,9% (em valor) há dois anos, para ficar com 63,4% e 69,2%, respectivamente, em 2007. Do mesmo modo, a participação da P&G caiu de 14% (em volume) e 12,9% (em valores), para 13,3% e 11,6%, respectivamente. Por sua vez, as menores Hypermarcas (das marcas Sim, Assim e Assolan, lançada no segundo semstre do ano passado) e Química Amparo (do sabão Tixan Ypê), ganharam espaço.

A explicação está na expansão da classe C, que agora mais populosa, passou a consumir mais sabão em pó, dando preferência a marcas mais baratas, como os produtos da Hypermarcas e Química Amparo", diz Maria Eugênia Saldanha, diretora executiva da Abipla (Associação Brasileira das Indústrias de Limpeza e Afins). Essa tendência continua valendo para 2008. Mas as armas das grandes do setor para não perder participação mudaram.

A Unilever, por exemplo, resolveu recorrer ao Homem Aranha. Está investindo R$ 40 milhões no lançamento de uma nova fórmula de sabão em pó da linha Omo, o Multiação Active Clean. É a maior soma já aplicada em um único produto da linha Omo desde que o sabão foi lançado, em 1957. E também a primeira vez em 51 anos que a marca será associada a personagens e super-heróis. A idéia é conquistar mais consumidores para o novo produto por meio das crianças. "Toda criança tem sua roupa preferia, aquela com a qual ela quer ficar o dia todo, a semana inteira", diz Priya Patel, diretora de higiene e limpeza da Unilever. Após sondar consumidores, a Unilever descobriu que os meninos querem usar 24 horas por dia a fantasia do Homem Aranha e as meninas, roupas da gatinha Hello Kit. Diante disso, a Unilever não hesitou. Tratou de transformar o herói em estrela do filme de propaganda do Multiação Active Clean, lançado esta semana.

A multinacional acertou na escolha, segundo Glenn Migliacio, diretor de licenciamento da ITC, companhia responsável por licenças Marvel no Brasil. "Dos R$ 400 milhões que os personagens da Marvel movimentam anualmente, 75% vêm do Homem Aranha", diz o executivo. O apelo dirigido às crianças também não é à toa. Segundo pesquisa com 1.202 mães da TNS Interscience, a persuasão dos pequenos tem impacto direto no bolso dos pais: 71% das consumidoras brasileiras afirmam estar dispostas a pagar mais pelas marcas que seus filhos pedem.

Já a americana P&G decidiu fazer produtos com a cara do consumidor, com venda exclusiva nos supermercados freqüentados por eles. Depois de levantar os gostos, por exemplo, dos consumidores do Wal-Mart (que, segundo a empresa, são os mais ligados em sustentabilidade), a multinacional desenvolveu o Ariel Oxiazul Ecomax, que promete gastar 30% menos água na lavagem à maquina, já que dispensa o molho e duplo enxágue. Detalhe: o novo produto só será vendido nas lojas Wal-Mart, levando o logo do varejista na embalagem. O mesmo acontece com o Ace aroma especial de rosas brancas, feito para as clientes do Carrefour, de perfil "mais caseiro" e "orgulhosas em ver sua família com roupas brancas, limpas e cheirosas", segundo a P&G. A companhia realizou o mesmo procedimento com clientes de pequenos mercados atendidos pelo distribuidor Martins, que vende itens de supermercado a mais de 100 mil comerciantes. Para eles, criou um produto mais popular, o sabão em pó Pop, com perfumes lavanda e maçã verde.

Diante da peleja, a Bombril, que até agora não tinha investido sério em sabões em pó (em 2005 lançou o Quanto, que vendeu um ano depois para a P&G), entrou de vez nesse mercado. E para desafiar os rivais escolheu uma estratégia geográfica: lançou no mês passado no Sul e Sudeste o sabão em pó Tanto, que considera dirigido a "mulheres sem tempo, mas que querem roupa limpa". No Norte e Nordeste a empresa ataca com o Pronto, marca mais barata e popular. A meta é abocanhar até 8% do mercado nacional em dois anos.
 

 

  Abril/2007 - Preço adequado e lucro precoce
 
 
Um dos maiores erros não só dos varejistas mais dos empreendedores em geral é a ânsia por resultados e lucro e a escolha do preço com base somente na concorrência. Muitas empresas acabam fechando as portas antes mesmo de se completarem um ano de existência por ignorar alguns passos fundamentais antes de escolher o preço de seus produtos e por não usarem parte dos seus lucros como investimento para o crescimento e manutenção de sua empresa. Fique atento a algumas dicas:

Em primeiro lugar, é preciso compreender quais são essas despesas. Uma delas refere-se ao custo do bem – calculado na sua produção, aquisição ou na realização dos serviços. Cabe ressaltar que os créditos dos impostos sobre tais custos variam conforme o regime tributário adotado pela companhia, tendo em vista que estamos considerando somente o débito na venda do produto.

Já as despesas variáveis envolvem o cálculo dos impostos sobre as vendas, sendo o mais relevante o ICMS, cujas alíquotas diferenciadas podem influir na oferta de descontos de acordo com a região de atuação da empresa. Para as indústrias, porém, o IPI não deve ser incluído nessa conta – pois não está incluso no preço do produto. Por custos fixos pode-se entender despesas como mão-de-obra administrativa, correio, telefone, aluguel, honorários de contador, seguro, salário dos funcionários.

Não deixe de manter controle do balanço do último ano e faça uma auditoria da sua empresa, a partir daí é que o preço da concorrência passa a ser redundante. Tenha paciência pois mesmo que o volume de vendas caia, o lucro será mais justo e as perspectivas de que sua empresa ganhe força ficarão cada vez maiores.
 

 

  Abril/2007 - Diferencie-se dos demais
 
 
Antes de agir conheça o mercado onde você atua. Tendências, diferenciais, atendimento, tudo o que for possível e impossível conhecer, tentando conhecer qual a atuação do consumidor no mercado.

O sucesso consiste em unir preparação, comprometimento e trabalho, com ferramentas adequadas. Por melhor que seja sua estratégia, sempre haverá o risco de a concorrência fazer igual. Ou melhor e mais rápido do que você imagina. Se você não tiver escala que permita investir maciçamente em mídia, seja pelo menos ágil. Extremamente rápido!

Antenado com o futuro, você pode andar um passo à frente da concorrência. Antes de tudo, seja um especialista em pessoas. Conheça tudo sobre seus clientes. Não há como estabelecer relacionamento duradouro sem conhecer o comportamento dos seus clientes diante do nobre ato de comprar. Empatia, foco no foco do cliente, essas coisas essenciais.

Antes de tudo, seja um especialista em pessoas. Conheça tudo sobre seus clientes. Não há como estabelecer relacionamento duradouro sem conhecer o comportamento dos seus clientes diante do nobre ato de comprar. Empatia, foco no foco do cliente, essas coisas essenciais.
Cultive seus valores mais profundos, cultura, virtudes e princípios fundamentais. São eles que poderão mantê-lo na liderança. Eis aqui mais algumas dicas:
Mostre sempre valor e conhecimento sobre o produto que está vendendo de forma clara ao consumidor lembre-se que os colaboradores são cúmplices.
Mantenha alianças estratégicas com seus fornecedores

Tenha comprometimento total com seus clientes, considere-os co-autores de seus produtos
Conquiste maior participação no mercado
Conquiste seus clientes
Valorize “ética fundamentada em propósitos” e foco no essencial.
 

 

  Abril/2007 - Estratégias de compra e venda
 
 
Esse sempre foi o foco da preocupação das empresas, a ordem é:

- Comprar o mais barato possível e para poder enfrentar a acirrada concorrência e ainda ter margem de lucro. Realmente o preço de compra é essencial para a sobrevivência no mercado, o problema é que em alguns casos os comerciantes ficam obcecados por preços e ao efetuar a seleção de fornecedores esquecem de contabilizar a prestação de serviço e promoções como brindes para sortear aos clientes que fazem a diferença na hora de vender. O ideal é somar todas as despesas que aquele produto lhe deu para daí sim calcular sua margem de lucro.
 

 

  Novembro/2006 - Espumantes e Frisantes
  Para o varejo, um potencial
 

Uma mudança de hábito nos brasileiros está gerando um novo filão no mercado de vinhos. De acordo com a ACNilsen, de 2001 para 2005 houve um aumento de 46,5% no consumo de espumantes e frisantes no mercado brasileiro, elevando o consumo de litros anuais de 3,2 milhões de litros para 4,7 milhões de litros no ano passado. E o consumo se intensifica principalmente nesta época de fim de ano.

Porém, para vender um bom vinho, e aproveitar o crescimento desse mercado, o varejista normalmente tem três opções: aprender a degustar ou entregar a responsabilidade a um profissional da área ou ainda aceitar a indicação segura de terceiros. A escolha errada na hora de compra o vinho faz o produto encalhar, e por essa razão é comum encontrar vinhos velhos nas mais diversas lojas.

A vida útil do vinho varia de dois a três anos, se bem conservado, deixando-o sempre deitado para a rolha permanecer molhada e se possível em ambiente climatizado. Especialistas na área recomendam que os supermercadistas façam sempre estoques pequenos do produto e que não façam grandes experiências, pois em geral o consumidor não é especializado. Ainda assim, saber apreciar um bom vinho tornou-se tema da moda, e o varejista atento às tendências deve elaborar com critério sua exposição, facilitando assim a escolha do consumidor. Pode-se distribuir o produto por origem, por tipo e consumo ou ainda por preço. Uma outra opção é o “cross-merchandising”, com massas, carnes especiais, frutas e queijos ou ainda com degustação com pão italiano.

Como identificar:

Espumante – Vinho obtido por uma segunda fermentação alcoólica; termo usado para esse tipo de vinho produzido fora da região de Champagne, na França. Tem gás carbônico na formulação.
Prosecco – Tipo de uva, originária da Itália e conhecida pelos espumantes leves, florais e frutados;
Frisante – Vinho ligeiramente efervescente, com baixíssima pressão de gás carbônico.
 

 

  Novembro/2006 - A importância das cores no Ponto de Venda
  O aspecto funcional do ambiente
 

A cor é a forma mais instantânea de transmitir uma mensagem, e todos nós respondemos emocionalmente e fisicamente a elas. Podemos verificar o poder das cores nos corredores de um supermercado onde, em um piscar de olhos, a embalagem e a disposição de produtos deve ao mesmo tempo chamar a atenção e informar sobre seu conteúdo de maneira atraente ao público.

Nos estabelecimentos comerciais, as cores devem criar o clima, em um ambiente confortável e motivar ao mesmo tempo os clientes. O segredo na correta utilização é saber a sua influência nos aspectos psicológicos do ser humano.

No varejo, o objetivo é ajudar o consumidor a se identificar com o meio e com os produtos. Nas prateleiras, devem-se agrupar produtos por cores, sendo a sessão de FLV a mais atraente para se utilizar esse tipo de recurso por normalmente estar localizada na entrada da loja, com cores vibrantes, atraindo a atenção e transmitindo uma mensagem de boas vindas.

Na sessão de carnes, determinadas tonalidades de verde podem ser utilizadas para realçar o vermelho predominante, dando uma aparência ainda mais saudável e atraente. Queijos e derivados podem, parecer mais apetitosos quando dispostos sobre tons de laranja avermelhado. Displays com objetos de vidro transparente, tendo uma parede clara como fundo, atrairão mais atenção se dispostos contra um fundo vermelho escuro.

No momento de fazer sua escolha quanto às cores e a disposição das mesmas, deve-se levar em consideração não apenas a estética, mas também o aspecto funcional do ambiente. A melhor combinação irá influenciar tanto na compra como na imagem que ele terá do estabelecimento.
 

 

  Maio/2006 - Mercado Single
  Oportunidade sem tamanho
 

Com um contingente de 4 milhões de pessoas, o mercado single tem grande potencial de crescimento, mas ainda é mal abastecido pela indústria e varejo.
Segundo dados do Programa de Administração de Varejo (Provar), atualmente no Brasil cerca de 11% dos domicílios são habitados por pessoas que moram sozinhas. Em 2000, esse percentual era de 9% e , há 20 anos, restringia-se a 6%. A expectativa é que esse número aumente devido à crescente concentração de uma população jovem nos centros urbanos, à melhora na expectativa de vida dos idosos e à decisão de se casar mais tarde, além do número cada vez maior de divórciados separados.
No Brasil, os supermercadistas ainda não despertaram completamente para esse mercado. De cada R$100,00 gastos com comida pronta, apenas R$15,00 são deixados nos supermercados. Fast foods, pizzarias e padarias são os grandes concorrentes.
Aos poucos, no entanto, fabricantes e varejo buscam soluções para atender esse segmento. Adequando seus espaços e reservar uma área para esses consumidores, melhorando a exposição e a localização das mercadorias. “Single não é somente o jovem que mora sozinho. Há também os idósos que freqüentam mais de uma vez por semana os supermercados, até como lazer. Em alguns casos, eles não encontram o que procuram ou não encontram na gôndola”.
No caso dos supermercados, muitas redes estenderam o horário de atendimento, começaram a vender também produtos fracionados, como frios e carnes, e passaram a oferecer até comida por kilo.
 

 

  Maio/2006 - Inverno e Férias de Julho
  Exposições diferenciadas
 

Para fazer do inverno um período rentável, é importante observar as características de cada região e explorar.
Sopas, massas, chocolates, queijos, pães e vinhos são produtos que estão na loja o ano inteiro, mas no inverno ganham um peso extra e tornam-se catalisadores de ações promocionais. Para incrementar as vendas destes itens, os supermercadistas podem recorrer a exposições diferenciadas e associações a produtos correlatos. Hoje, sabemos que não basta um produto estar na mídia para ganhar a atenção do consumidor. Devemos apresentar o produto de perto, de maneira direta e interativa, ou agregar benefícios em sua aquisição.

Ação no Ponto de Venda:
Degustação de sopas instantâneas é uma boa pedida.
Copos de isopor são preferíveis aos de plástico para a segurança do cliente.
Tábuas de queijos e frios podem ser montadas na hora pela seção de perecíveis, com a indicação de um vinho para acompanhamento.
A venda de vinhos e bebidas quentes pode ser estimulada com o sorteio de brindes.
Colocar receitas de sopas na seção de FLV para estimular a venda de legumes e verduras.
 

 

  Maio/2006 - Frios
  Vendas de bandeja
 

Com durabilidade média de 3 a 5 dias, os frios fatiados exigem cuidados no manuseio, na embalagem e na exposição para garantir a saúde do consumidor e dos negócios.
A resolução RDC 216 da Anvisa orienta sobre as boas práticas no manuseio de frios, mas a venda destes produtos, que mais do que lucro é responsável pela imagem do supermercado junto ao consumidor, envolvem também a cadeia de frios, embalagens e rótulos corretos, qualidade dos produtos e a criatividade na utilização de sobras.

Soluções simples
Alguns cuidados simples evitam perdas e garantem a qualidade dos frios.
Fatiar os produtos ao longo do dia, de acordo com a demanda, evita o desperdício.
Máquinas fatiadoras distintas, para frios e carnes, evitam a contaminação cruzada.
Programar a limpeza completa das máquinas para horários fora do pico de vendas impede que o atendimento seja interrompido.
Manter as lâminas das fatiadoras sempre afiadas assegura a qualidade do corte e minimiza a perda de produtos.

Quantas fatias?
Normalmente, a espessura ideal de uma fatia é de 1 a 2 milímetros. Para cada 100 gramas de produtos é recomendada a seguinte média de fatias:
Mussarela e queijo prato – 12 fatias
Chester e peito de peru – 14 fatias
Mortadela bexiga – 6 fatias
Mortadelas tubulares – 16 fatias
Presunto e apresuntados – 7 fatias
Salames – 40 fatias
 

 

 
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  Preço adequado e lucro precoce
 

 
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Endereços:
Loja São José dos Campos: Av. Pedro Friggi, 1031 - Vista Verde - CEP: 12223-430 - Tel: (12) 3906-2000
Loja Guaratinguetá: Rod. Est. Paulo Virgínio, 111 - Tamandaré - CEP: 12503-770 - Tel: (12) 3128-4000
Loja Mogi das Cruzes: Av. Francisco F. Lopes, 3337 - Brás Cubas - CEP: 08745-000 - Tel: (11) 4723-8000